domingo, 18 de dezembro de 2011

Poema de Natal e Ano Novo, Reumatismo Máster....

















Feliz de quem, quando o ano termina,
possui um doce e acolhedor abrigo
a companheira, o filho, á avó tão rara
ou mesmo um amigo.
Com quem possa reunir em Cristo
e sua vida interior desperte viva
de dentro de sí, uma alma de São Francisco
o amor generoso, o heroismo estranho
de beijar um leproso


De lembrar-se de que há no mundo
criaturas de Deus pelo Natal
sem companheira, e sem a avó tão rara
sem o beijo de mãe ou sem o beijo de filho,
e até sem um livro, que substitua um amigo


Feliz de quem, quando o ano termina,
pode ver á estrela no ceu
e que tem olhos ainda
para encontrar JESUS.

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