terça-feira, 30 de junho de 2026

Episódio de hoje

Fizemos uma viagem no final do ano de 2025, a tal conhecida como "viagem perfeita". Todos se divertiram muito, festa linda, jogos melhor ainda. Os dois times nos representaram e bem, alegria por todos os lados. Estamos falando da viagem para Campo Grande. A festa já começou no aeroporto aqui em São Paulo. Só teve um fato que me deixou triste, não só eu como toda a delegação. Já no aeroporto nosso treinador Nenê começou a sentir dores no abdômen, que mais tarde foi constatado pedra nos rins. As dores eram tão forte, que ao chegar em Campo Grande foi direto para um pronto socorro, enquanto a delegação se divertia com um almoço daqueles. Voltamos para o hotel, onde o time estava concentrado e ele continuava no PS. No outro dia a dor continuava e ele passou para outra pessoa as suas funções, assistiu seu time vencer (60tão). E jogaria no jogo de fundo, pois é titular na sua posição e acabou não jogando. Esse foi o ponto negativo dessa viagem de outro planeta.
 

Marília "Blogueiro"


 Venho acompanhando vocês, já há algum tempo. Jogo no 60tão do Mosca Branca Futebol e Samba de Marília. Aqui temos 3 categorias, 40, 50 e 60. Mas, é difícil de marcar jogo para nós "60tão" aqui em nossa cidade. Como é para vocês, as dificuldades para marcar jogos e como vocês tratam os resultados nesta categoria. Sou Florindo Novaes de Oliveira.

R:- Caro amigo Novaes, obrigado por nos seguir. Como você sabe, temos apenas as categorias 50 e 60. Para marcar jogos temos uma certa dificuldade na categoria 60. Mas, montamos uma estratégia de marcar jogos apenas com adversários que jogam fora também. E de preferencia no interior. Com isso selecionamos 22 adversários com essas categorias e marcamos os jogos em janeiro para o ano todo, quando estamos de férias. Temos uma agenda enorme, ou seja as vezes ficam adversários de todos os anos de fora. Em média realizamos 44 jogos anuais. A 2ª parte da pergunta é assim, formamos essa categoria para eternizar os que vão ficando mais velho e no início não se preocupávamos com o resultado. Percebemos que com o decorrer do tempo, os atletas cada dia ficava mais desleixados e entravam em campo, cada dia mais pesado, mais fora de forma, não estavam nem aí para o nosso escudo. E um certo dia os fundadores se reuniram e mudaram a sistemática. Passamos a formar um time cada dia mais forte.  Hoje entramos em campo sempre com o melhor time, jogou mal e substituído e não tem conversa. E assim vamos escrevendo a nossa história.