domingo, 25 de janeiro de 2026

Exemplo a ser seguido

Vou contar uma história, que no Reumatismo de hoje tem duas testemunhas. Uns 20 anos atrás, se tanto, um time grande de Osasco por nome de Ponte Preta, tinha um 50tão dos melhores da região. Tinha um atleta, que entrou no time, ficou 11 jogos no banco. Entrava na virada de tempo e jogava o fino da bola. Dava pulmão ao meio campo, com passes certos  e cadenciava o jogo. Mesmo assim não reclamava da situação de ficar no banco. Um dia, os jogadores se reuniram com o treinador e pediram a sua presença no time titular. Uma história que serve de exemplo para todos que estão no Reumatismo nos dias de hoje, por que nosso presidente administra essa situação sem se abalar. Lembrando sempre, que no Reuma se troca os 11 e não troca o técnico. Na minha opinião o correto e deixar o clube sem abalar o ambiente, antes que seja convidado a sair. Aqui  todos são tratados iguais a diferença entre as pessoas que jogam é a capacidade técnica e a saúde atlética.
 

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